★★★
E viveram felizes para sempre
Sinopse:
Spin-off / 9º volume da Série Os Bridgertons
Alguns finais são apenas o começo... Era uma vez uma família criada por uma autora de romances históricos... Mas não era uma família comum. Oito irmãos e irmãs, seus maridos e esposas, filhos e filhas, sobrinhas e sobrinhos, além de uma irresistível matriarca. Esses são os Bridgertons: mais que uma família, uma força da natureza. Ao longo de oito romances que foram sucesso de vendas, os leitores riram, choraram e se apaixonaram. Só que eles queriam mais. Então começaram a questionar a autora: O que aconteceu depois? Simon leu as cartas deixadas pelo pai? Francesca e Michael tiveram filhos? O que foi feito dos terríveis enteados de Eloise? Hyacinth finalmente encontrou os diamantes? A última página de um livro realmente tem que ser o fim da história? Julia Quinn acha que não e, em E viveram felizes para sempre, oferece oito epílogos extras, todos engraçados e reconfortantes, e responde aos anseios dos leitores trazendo, ainda, um drama inesperado, um final feliz para um personagem muito merecedor e um delicioso conto no qual ficamos conhecendo melhor ninguém menos que a sábia e espirituosa matriarca Violet Bridgerton. Veja como tudo começou e descubra o que veio depois do fim desta série que encantou leitores no mundo inteiro.
O que eu achei:
Achei legal a autora dar a seus fãs uma breve continuação das histórias. São segundos epílogos, basicamente, isto é, a resposta para algumas coisinhas que não foram respondidas nos volumes ou simplesmente um vislumbre dos casais anos depois e ainda imensamente apaixonados. Mas eu não diria que esse spin-off é um volume indispensável, é apenas 'ok´, dá pra ficar apenas nos oito sete volumes de boa. Nessa série, meus favoritos são os livros 5, 2, 7 e 1, os livros 6 e 4 são mais ou menos e não gosto muito do 3 e do 8, então algumas continuações foram legais e outras não. A seguir, resolvi escrever sobre as continuações por ordem de predileção. Em primeiro lugar: O florescer de Violet – Amei esse vislumbre que tivemos, não só da juventude da nossa querida matriarca, como também da sua própria história de amor. Foi tocante. Sério, fiquei com vontade de chorar quando li... Em segundo lugar: O conde enfeitiçado – Era muito necessário que a autora tivesse dado um final mais que feliz para a sofrida Francesca, e essa felicidade estava de certa forma, condicionada à maternidade. Fiquei muito feliz que a autora corrigiu essa questão. Em terceiro lugar: Um beijo inesquecível – Finalmente! JuQ devia ter relatado o momento em que Hyacinth descobre o tesouro no 7º volume, mas tudo bem, adoro essa Bridgerton. Em quarto lugar: O visconde que me amava – Adorei ver os meus adoráveis briguentos apaixonados muitos anos depois de casados, foi uma continuação divertida e encantadora. Em quinto lugar: Para Sir. Phillip, com amor – Foi legalzinho. Só. Achei que o casal ficou um pouco distante e apagado da proposta do segundo epílogo. Logo com o meu casal favorito, Quinn?! Em sexto lugar: Os segredos de Colin Bridgerton – Embora eu tenha gostado da resposta sobre como a Eloise descobriu que Penelope era a Lady Whistledown, esse epílogo teve o mesmo problema de Um perfeito cavalheiro e de Para Sir. Phillip, com amor: chá de sumiço para os mocinhos da história. Gostaria de ter lido algo relacionado ao casal protagonista. Essa questão deveria ter sido respondida nos livros anteriores. Em sétimo lugar: O duque e eu – Achei muito tolo e irrelevante o conteúdo das cartas (a autora estava sem criatividade, só pode...). JuQ deveria ter dado algo mais substancial e emocionante para seus leitores apreciarem. Não era o que eu esperava... Mas gostei da história do bebê. Em oitavo lugar: Um perfeito cavalheiro – Achei muito desnecessário transformar o epílogo do Benedict e da Sophie numa história à parte da história deles (novamente, sem um pingo de criatividade). Ela poderia ter feito algo incrível, dando aos leitores a possibilidade de gostarem mais desse casal (que não foi um dos melhores). Queria ter lido sobre a vida DELES. Em nono lugar: A caminho do altar – Epílogo sem graça, chato demais. Totalmente desinteressante saber sobre os nomes dos filhos do Gregory e da Lucy. Enfadonho como o livro em si.

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