★★
Conquistada até terça
— O mundo precisa de mais heróis assim.
— As pessoas que cercam o herói são o combustível dele. No meu caso, essa pessoa é você.
Sinopse:
Livro V - Série Noivas da semana
Judy Gardner: ela acabou de se formar na faculdade e está pronta para ganhar o mundo... desde que consiga um emprego. Esperando passar o mais rápido possível de arquiteta novata a profissional respeitada, a beldade de cabelos escuros se muda para a casa de seu irmão celebridade, Michael Wolfe, em Los Angeles. Mas é difícil para Judy se concentrar no trabalho quando o guarda-costas sexy por quem ela se apaixonou no verão passado continua aparecendo em sua vida e tirando seu fôlego. Rick Evans: com seu corpo musculoso, olhos verdes e sorriso fácil, Rick poderia ter a mulher que ele quisesse. Mas o ex-militar e atual guarda-costas só tem olhos para a impulsiva Judy. Quando ela sofre um ataque, Rick sabe que não vai parar até ter certeza de que a mulher da sua vida está a salvo do monstro atrás dela.
O que eu achei:
Eu já sabia que esse livro não seria um 5 estrelas ao final do primeiro capítulo. Desde o livro anterior, não achei a Judy interessante o suficiente para protagonizar um livro. Personagem chatinha, arrogante, sempre dispensando o Rick, mesmo claramente querendo ficar com ele. Ela me lembrou um pouco a Eliza (protagonista de Esposa até segunda, 2º volume da série), um tanto grosseira e sempre na defensiva. Mas pelo menos a Eliza não era esnobe. Já do Rick gostei, desde a sua primeira aparição em Noiva até sexta (3º volume). Só acho que ele poderia ter dado um gelo nela em vários momentos, sei lá, se valorizar. Na maior das boas intenções (homem para casar), sempre que ele a chamava para sair, ela dava um fora nele. E tipo, quando ela finalmente aceita, escolhe um museu para o primeiro encontro dos dois, meio que na intenção de fazê-lo se sentir desconfortável ou de provar que ele não tem um pingo de cultura pra manter uma conversa inteligente. Ridícula! O fato é que ela não vai ao encontro porque é justamente quando sofre o primeiro ataque do Mitch, o entregador do trabalho dela, que quase a mata. E só depois dessa parte é que o romance com o Rick começa a fluir... Mas ainda assim, não achei as cenas entre eles muito românticas. Um casal bem mediano, com o qual não conseguia me conectar. Uma história tensa e meio perdida. Um livro que custou pra me prender. Quanta confusão na vida desse pessoal, definitivamente a Alliance não tem boas energias, kk.
— Guarda-costas pessoal?
— Não. Só pessoal.
Para mim, C. Bybee investiu mais no suspense que no romance. Parece que a autora não tinha uma história romântica para o casal, então apelou para colocar boas doses de tensão na trama acrescentando um doido para perseguir a mocinha, para dar mais sustança a protagonistas desinteressantes como casal. Põe um psicopata que o livro fica interessante, kk. E o engraçado é que um livro que gosto na série, Noiva até sexta, também tem um bocado de cenas de suspense e um psicopata rondando a história, mas diferente desse, os protagonistas funcionam, são carismáticos, agradáveis, têm química pra caramba e logo, cenas românticas que cativam, que emocionam. Em Conquistada até terça, o que torna o enredo um pouco mais interessante é o rumo tenso e cheio de suspense que vai se desenrolando, porque como casal, a Judy e o Rick não possuíam aquela química eclipsante que eu vi brilhar em outros casais dos livros anteriores. Até agora os melhores casais da série foram Sam & Blake (livro 1), Gwen & Neil (livro 3) e Karen & Zach (livro 4). E é claro que já dá para sacar que o psicopata é o cara do videogame. A Judy era arrogante até quando estava jogando. Costumava mandar emojis com beijos quando conseguia atacar seu inimigo no jogo, sem saber que estava pisando no pé de um maluco violento. O tenso é que a gente não sabe que esse cara é o Mitch, que está bem próximo dela o tempo todo – Ui!
Só porque você não me vê, não significa que eu não estou aqui, observando.
Enfim, não é um livro muito agradável. Não tem muito romance, o casal não deu liga e o livro é assombrado por um psicopata (arrepios). Embora soubesse que tudo ia acabar bem e que haveria final feliz para os mocinhos, fiquei assustada com as cenas finais, quando a Judy é capturada e torturada pelo Mitch. Aff, não sou fã de sentir medo. Odeio filmes de terror e suspense, que dirá livros. Tive medo até assistindo Jurassic Park (1993), kk. E depois disso, o happy ending é bem murcho e corrido. Bem, o próximo volume terá a Meg (melhor amiga de Judy) como mocinha. Aguardando grandes emoções e um romance lindo!
Se estar casado significava possuir esse sentimento durante toda a vida, ele estava dentro. Apostaria tudo. Podia se acostumar perfeitamente a isso.

Postar um comentário
0 Comentários