★★
A razão do amor
Por fim, tive que aceitar o que meu terapeuta sempre disse: a única coisa que você pode mudar é a sua própria reação aos acontecimentos.
Sinopse:
A carreira de Bee Königswasser está indo de mal a pior. Quando surge um processo seletivo para liderar um projeto de neuroengenharia da Nasa, ela se faz a pergunta que sempre guiou sua vida: o que Marie Curie faria? Participaria, é claro. Depois de conquistar a vaga, Bee descobre que precisará trabalhar com Levi Ward – um desafio que a mãe da física moderna nunca precisou enfrentar. Tudo bem, Levi é alto e lindo, com olhos verdes incríveis. E, aparentemente, está sempre pronto para salvá-la quando ela mais precisa. Mas ele também deixou bastante claro o que pensa de Bee quando os dois estavam no doutorado: rivais trabalham melhor quando estão cada um em sua própria galáxia, muito, muito distantes. Quando o projeto começa a ficar conturbado, Bee não sabe se é seu córtex cerebral lhe pregando peças, mas pode jurar que Levi está apoiando suas decisões, endossando suas ideias... e devorando-a com aqueles olhos. Só de pensar nas possibilidades, ela já fica com os neurônios em polvorosa. Quando chega a hora de se decidir e arriscar seu coração, só há uma pergunta que realmente importa: o que Bee Königswasser fará?
O que eu achei:
A razão do meu estresse: a história é muito parecida com o outro livro da autora, o cara sempre gostou da garota e esconde seus sentimentos, finge indiferença e é meio babaca no começo (embora depois se revele um fofo), a mocinha age como uma adolescente e é completamente ABSURDAMENTE tapada, o que nos faz questionar sua inteligência a todo instante, e pior, sentir raiva da personagem, e como de praxe, há um tantão de mal-entendidos bobos movendo a história. No entanto, o ritmo é ainda mais lento que em A hipótese do amor, não achei graça de nada e também não caí de amores pelos protagonistas. Bee é uma personagem obtusa e cansativa, sério, não deu. Como uma cientista da Nasa, supostamente mega inteligente, age como se tivesse uns 14 anos? E aqueles desmaios a todo instante? Totalmente forçados pro meu gosto, parecia que estava tendo os piripaques do Chaves (que são bem mais convincentes e divertidos, rsrs). Vivia insistindo que o Levi a odiava mesmo sendo óbvio que isso não era verdade, mesmo o cara dizendo com todas as letras que não a odiava. Eu não vou nem comentar a reconciliação dela com a "amiga" (é sério que ela chega a se desculpar com a mulher que dormiu com seu noivo?), quase tive uma síncope lendo isso. Já o Levi é um cara legal, bem paciente com a Bee, fofo. Mas o casal não me agradou, e o repeteco de situações parecidas com as de A hipótese do amor me fez pensar que estava lendo o mesmo livro só que numa versão mais entediante e irritante.

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