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Para casar com o pecado
Sinopse:
Receba esta aliança – Livro 2
Uma jovem dama nunca deve desafiar os pais (mesmo que eles a tratem como uma criança). Uma jovem dama nunca deve manter um zoológico em sua casa (mesmo que os pobres bichinhos precisem de cuidados). Uma jovem dama nunca, jamais, deve ser pega trocando beijos apaixonados com um lorde de má reputação (mesmo que ele seja o único homem que a desafie e a faça sentir algo). Victoria Fontaine, ou Vixen, é uma jovem rebelde, frívola e demasiadamente sedutora. Sinclar Grafton, ou Sin, é um lorde libertino, inconsequente e pecaminoso. Pelo menos, essa é a imagem que eles passam para a alta sociedade. Quando a bela Vixen e o charmoso Sin são pegos no flagra num beijo um tanto apaixonado, chocando a nobreza, todos veem uma oportunidade de podar duas personalidades escandalosas de uma vez só… Basta chamar o padre. Agora, unidos por pura pressão social, ambos tentam fingir que nada mudou e ignorar a atração mútua que sentem. Mas Victoria começa a suspeitar que o marido esconde algo e, quando seu coração começa a ansiar por algo mais que liberdade, ela fica determinada a descobrir tais segredos.
O que eu achei:
Algo que eu já esperava. Dizer que esse romance foi uma decepção implicaria expectativas. Da autora eu li a Trilogia dos canalhas, Highlands e agora Receba esta aliança e o único livro que me fisgou pra valer foi Como salvar um herói (S2). A verdade é que eu já começo a leitura com tendência a desgostar das heroínas da Suzanne e reclamando de um monte de coisas que acho sem sentido, aí pra completar esse casal foi um saco e a trama de mistério, um tédio... Vic faz o tipo rebelde mimada e sem causa, seus pais estão simplesmente dentro do padrão da época e desaprovam suas atitudes escandalosas. O lance de ser uma defensora dos animais me pareceu mal trabalhado, sem propósito narrativo – a não ser ter um papagaio falando gracinhas de instante em instante. Não é como ler os livros estrelados pelas zoo lovers Beatrix (Paixão ao entardecer), Penny (Uma aposta irresistível) e Jovi (Uma paixão indomável), por exemplo. Já o Sinclar não convence para nada como um espião da coroa, porque ele é burro, simples assim, kk. As coisas só saem do lugar graças à Vic, que desvenda o óbvio. Não vi qualquer sentido em precisar se passar por um libertino no começo da trama. Juntos, esses dois não possuem química, liga, borogodó (do que vc quiser chamar). Achei-os um casal raso, forçado e genérico. Para casar com o pecado faz parte daqueles romances esquecíveis e chatinhos, sabem? Nos vemos em Para ganhar de um duque... até lá.

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