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Sonhando acordado
Sinopse:
Henry Turner já sabia que conciliar as responsabilidades como capitão do time de hóquei — que ele nem queria, para começo de conversa — e a faculdade não seria fácil. E isso foi antes de puxar uma das matérias mais difíceis do curso, com um professor casca-grossa e impossível de agradar! É aí que entra em cena Halle Jacobs, uma estudante do terceiro ano de Letras com quem Henry faz amizade ao se intrometer sem querer no clube de leitura dela. Halle sempre dá conta de tudo, não importa se tem a ver com a universidade, o emprego ou as mil e uma demandas da família. É por isso que, quando fica sabendo da dificuldade de Henry com a tal matéria, ela se oferece imediatamente para ajudar. O único problema é encontrar tempo (e inspiração) para se dedicar ao romance que está tentando escrever! Halle sente que aproveitou pouco a vida até agora e está com dificuldade de colocar no papel as experiências que nunca teve. Então os dois chegam a um acordo pouco convencional: Halle ajuda Henry a superar as dificuldades acadêmicas, e ele lhe proporciona todas as primeiras vezes que ela não teve: a primeira festa da faculdade, a primeira bebedeira, o primeiro encontro... Eles só precisam seguir algumas regrinhas. A principal delas? Não se apaixonar.
O que eu achei:
Se eu dissesse que li tudinho, estaria mentindo, eu acho que desisti lá pela metade quando senti que estava num looping — lendo as mesmas cenas (desinteressantes) uma e outra vez. Que posso dizer além de: ESSE LIVRO É MUITO CHATO! Um montão de páginas sem pano pra manga, sem história pra preencher tantas páginas, mocinhos sem aquela química gostosa de acompanhar e ver florescer. Af, e olha que comecei com as expectativas lá embaixo, afinal eu não sou uma grande fã de romance com esporte (e hóquei, ainda por cima?), e preciso dizer, meus (quase) 33 anos não aguentam mais essa galerinha universitária festeira, rs. Fui só passando as páginas, um tédio. Vamos lá: Halle é passiva e frustrante, a garota não consegue se comunicar nem com a família que supostamente a ama (e vice-versa) e o Henry tem o carisma de uma pipoca murcha sem sal, embora se esforce tanto pra ser o milho de pipoca premium, o galã top das galáxias, o típico capitão do time, disputado, popular, bom moço, bom de cama, diz sempre a coisa certa e ensaiadinha (é, não me convenceu). Entre festinhas irritantes de faculdade regadas a muito álcool, um montão de personagem secundário que não faz a menor diferença, esses dois se tornam amigos, se ajudam, namoram, saem com amigos, conversam com amigos e... é só isso mesmo. Sei que esse livro faz parte de uma trilogia, mas nunquinha que eu leria os outros, a escrita dessa autora (obcecada pela Srta. Honey de Matilda e por discursinhos feministas jogados no enredo a todo instante) não fluiu pra mim. :/

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