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A guarda-costas
Sinopse:
Uma guarda-costas viciada em trabalho. Um astro de Hollywood recluso. Quatro semanas fingindo que estão apaixonados. Hannah Brooks parece mais uma professora de jardim de infância do que alguém que poderia te matar com um abridor de vinho. Ou com uma caneta esferográfica. Ou com um guardanapo de pano. Mas a verdade é que ela é uma Agente de Proteção Executiva (também conhecida como guarda-costas) contratada para proteger um astro de Hollywood que está sofrendo nas mãos de uma stalker de meia idade obcecada por ele (e por corgis). Jack Stapletonera um dos atores mais conhecidos do mundo, mas largou o estrelato depois de uma tragédia familiar e agora leva uma vida praticamente anônima. Mas quando sua mãe adoece e ele precisa visitá-la, Jack se vê obrigado a contratar uma guarda-costas pra não colocar sua família em risco. No entanto, ele tem um pedido peculiar... Para evitar que sua mãe se preocupe, ele quer que Hannah finja ser sua namorada. Apesar de ser uma mulher centrada e objetiva, Hannah começa a confundir o que é vida real e o que é fingimento. E é aí que está o grande problema. Porque, para ela, cuidar da segurança de Jack é fácil. Mas proteger seu próprio coração? Essa vai ser a tarefa mais difícil da sua vida.
O que eu achei:
A sinopse era legalzinha e prometia uma comédia romântica leve com o clichê do namoro de mentirinha, mas o negócio é que esse livro não funcionou pra mim de maneira alguma: chato, pastelão, sem lógica e com uma protagonista tão patética. Fiquei genuinamente curiosa a respeito da idade da autora, porque se me dissessem que esse livro foi escrito por uma garota de 12 anos eu acreditaria. Hannah, nossa heroína NADA carismática, é supostamente uma guarda-costas durona e habilidosa, a melhor da sua agência. Mas que mentira!!! Ela é uma grande pamonha, isso sim, sem personalidade, imatura, desatenta, reclamona e que ainda precisa ser resgatada pelo seu cliente inúmeras vezes. Essa é a guarda-costas:
"Como algo saído de um filme de horror, uma cara gigante apareceu na janela aberta do carro. A cara gigante e branca de uma vaca. em um segundo, ali estava ela. E, no segundo seguinte, sua cara veio pela janela aberta, e ela lambeu meu braço. Com sua língua verde e áspera. Talvez eu tenha gritado. É um borrão. Fui atacada por uma vaca. Jack Stapleton veio correndo ao meu socorro. (...) Um cavalo entrou na baia onde estávamos sentados. Um cavalo. Um cavalo branco e marrom acabara de entrar pelo portão aberto da baia e caminhava na nossa direção. Vindo do nada, eu juro. Um cavalo nu. Eles parecem muito menores na TV. A cara daquela coisa era do tamanho de uma maleta. Fiquei tensa, e Jack percebeu. — Não me diga que tem medo de cavalos também."
Af, eu não acreditei que essa pamonha era uma guarda-costas! Ela ainda cai num rio, quase morre afogada e precisa ser salva pelo Jack. Vivia fazendo birra pro chefe e reclamando o tempo todo das suas atribuições, eu sinceramente não entendo porque o chefe fazia tanta questão de mantê-la na equipe, Hannah era claramente péssima. Ela também deixava o ex-namorado (outro guarda-costas) ofendê-la e nada fazia a respeito. Sinceramente, essa agência era repleta de babaquinhas infantis, parecia uma turminha do ensino médio fundamental, não um grupo de profissionais bem treinados. Quanto ao Jack, eu realmente não sei o que falar, a não ser que ele existe e fica lá existindo na trama, outro personagem sem graça, sem profundidade, química inexistente com a protagonista, romance fraco, final ruim, só perdi tempo.

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