O duque e eu

– Seu cérebro é que não está funcionando direito! – retrucou Daphne. – O que eu vou fazer com você? Ele olhou para ela e sorriu. – Me amar? Você disse que me amava, lembra? Não acho que possa voltar atrás em algo assim.

Sinopse:

1º volume da Série Os Bridgertons

Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta. Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, torna-se cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida: casamento.


O que eu achei:

Ohh... amei. Embora esse não tenha sido o meu favorito da série (O 5º é o meu favorito, seguido pelo 2º vol.), O duque e eu levou a medalha de bronze ficando em terceiro lugar na minha opinião. Para quem não conhece, resumidamente, essa série conta a história de oito irmãos, sendo cada livro protagonizado por um membro do clã Bridgerton e seu par romântico. O primeiro conta a história de Daphne, a primogênita das meninas, que sempre sonhou com casamento e bebês... Simon, o duque que nunca quis se casar ou ter filhos entra em cena e fica bem amigo da mocinha. Para ajudá-la a arrumar algum pretendente ele finge que está cortejando-a, mas acaba ficando atraído por ela e os dois são flagrados no maior beijão, que resulta em casamento às pressas. Aí os dois se casam, se apaixonam de verdade, brigam, se reconciliam e têm muitos filhinhos no final, rs. A história, embora previsível (amo clichês), é muito bacana, leve e bem-humorada. O tipo de romance gostoso de acompanhar, sem grandes dramas à espreita e que te deixa na torcida pelo casal fofo. Perfeitinho para relaxar e sonhar...

– É verdade. Antes de conhecer você, estava vivo apenas pela metade.
– E agora? – sussurrou ela.
– Agora? – ecoou Simon. – O agora é sinônimo de felicidade, alegria e uma esposa que eu amo mais que tudo. Mas quer saber de uma coisa?
Ela balançou a cabeça, emocionada demais para falar.
Ele se abaixou e a beijou.
– Tudo isso nem se compara com o futuro maravilhoso que vamos ter. Por mais feliz que eu esteja neste exato instante, o amanhã será ainda melhor...

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