Um acordo e nada mais

Olhos nem sempre eram necessários.

Sinopse:

Livro 2, Clube dos sobreviventes

Embora Vincent, o visconde Darleigh, tenha ficado cego no campo de batalha, está farto da interferência da mãe e das irmãs em sua vida. Por isso, quando elas o pressionam a se casar e, sem consultá-lo, lhe arranjam uma candidata a noiva, ele se sente vítima de uma emboscada e foge para o campo com a ajuda de seu criado e amigo. No entanto, logo se vê vítima de outra armadilha conjugal. Por sorte, é salvo por uma jovem desconhecida. Quando a Srta. Sophia Fry intervém em nome dele e é expulsa de casa pelos tios sem um tostão para viver, Vincent é obrigado a agir. Ele pode estar cego, mas consegue ver uma solução para os dois problemas: casamento. Aos poucos, a amizade e o companheirismo dos dois dão lugar a uma doce sedução, e o que era apenas um acordo frio se transforma em um sentimento capaz de consumi-los. No segundo volume da série Clube dos Sobreviventes, você vai descobrir se um casamento nascido do desespero pode levar duas pessoas a encontrarem o amor de sua vida.


O que eu achei:

Após uma fase de livros bem medíocres e insípidos, quase chorei de alegria ao terminar a leitura desse adorável romance da Mary Balogh, hehe. Ah, como eu estava precisando de um romance adorável para embalar meus sonhos... (suspiros) Amo quando o romance atinge seu objetivo principal: fazer a vida da gente mais feliz. Esse livro, acredite, acrescenta uma boa dose de felicidade à nossa vida. Vincent é um jovem visconde cego e Sophia é uma pobretona de aparência desleixada. Os dois acabam se casando devido às circunstâncias e como esperado, se apaixonam loucamente um pelo o outro. No entanto, deixo aqui meus aplausos para a autora, que transformou a típica história de casamento por conveniência em um romance muito acima da média, com uma sutileza encantadora, sem dramas descabidos e desnecessários e muito, muito romantismo. Só gostaria que tivesse tido um epílogo... A verdade é que o Clube dos Sobreviventes vem me conquistando desde o primeiro livro e espero, sinceramente, que a série continue nessa boa maré. Au revoir.

Nas nossas fraquezas, talvez possamos encontrar forças.

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