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Um marido de faz de conta
Sinopse:
2º volume, Os Rokesbys
Beijinhos e au revoir.
Enquanto você dormia… Depois de perder o pai e ficar sabendo que o irmão Thomas foi ferido durante uma batalha, Cecilia Harcourt tem duas opções: se mudar para a casa de uma tia ou se casar com um vigarista. Para fugir desses destinos, ela cruza o Atlântico, determinada a cuidar do irmão. Após uma semana sem conseguir localizá-lo, ela encontra o melhor amigo dele, Edward Rokesby, inconsciente e precisando desesperadamente de cuidados. Mas, para permanecer a seu lado, Cecilia precisa contar uma pequena mentira... Eu disse a todos que era sua esposa. Quando Edward recobra a consciência, não entende nada. A pancada na cabeça o fez esquecer tudo que aconteceu nos últimos três meses, mas ele certamente se lembraria de ter se casado. Apesar de saber que Cecilia é irmã de Thomas, eles nunca foram apresentados. Mas, já que todo mundo a trata como esposa dele, deve ser verdade. Quem dera fosse verdade… Cecilia coloca o próprio futuro em risco ao se entregar ao homem que ama. Mas, quando a verdade vem à tona, Edward também pode ter algumas surpresas guardadas para a nova Sra. Rokesby.
O que eu achei:
Não gostei, esse foi um livro que mais me incomodou que fez feliz. A leveza, o romantismo e o bom humor sempre foram elementos que me agradaram nos livros da JuQ, mas acho que ela é uma romancista de altos e baixos, tem livros muito bacanas, outros medianos e outros que não gosto, que é o caso desse, infelizmente. Um marido de faz de conta até prometia uma trama interessante, mas foi tããão maçante (e irritante, e sem graça), que carambolas, acabou de entrar para a minha lista da desonra e foi fazer companhia às irmãs Lyndon e ao Gregory Bridgerton, haha...
Colocando Mais lindo que a lua, Mais forte que o sol, A caminho do altar e Um marido de faz de conta na balança, eu não saberia dizer qual é mais decepcionante pra mim. Normalmente, eu levaria um ou dois dias para ler um livro desse tipo, mas acabei protelando bastante, tive dificuldade pra simpatizar com a heroína de caráter duvidoso e achei a narrativa muito entediante, basicamente. Cecilia sustentou uma mentira tirando proveito da condição do Edward e por vezes, fiquei torcendo para que ela confiasse nele e simplesmente abrisse o jogo pra que eu pudesse apreciar um pouco mais a história, mas nada. Daí embora a autora fizesse questão de vender o peixe de donzela em apuros que só fez o que fez por motivos nobres, não comprei suas razões, e não acho que ela merecia ter ficado com o Edward. Poxa, quantas vezes ela teve a chance de dizer a verdade cara a cara e achou mais conveniente continuar tirando proveito do rapaz? Aí já próximo ao desfecho se acovarda, foge e conta a verdade por carta. E ainda sai de boa de toda essa história. O Edward era um cara muito bonzinho e cavalheiro, merecia uma mocinha melhor. E não é como se apesar de tudo isso eles tivessem uma química bacana ou uma chama intensa de paixão... na verdade não consegui sentir uma conexão profunda entre a Cecilia e o Edward (nem queria que tivessem terminado juntos, pra ser sincera), achei que a trama era entediante e repleta de pontas soltas aqui e ali... Sei que algumas leitoras gostaram mais desse que do primeiro, eu respeito, mas juro que não entendo, rsrs. Vai de cada uma, né?
Beijinhos e au revoir.
Preciso de uma aspirina (e de férias de JuQ).


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