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Uma semana para se perder
– Eu estava com essa ideia, sabe. Mais uma esperança boba, acho eu. Que durante essa jornada maluca e tumultuada... Nós estaríamos escrevendo a história do nosso futuro.
...
– Você não tem como saber há quanto tempo estou esperando por você.
Sinopse:
2º volume - Spindle Cove
O que pode acontecer quando um canalha decide acompanhar uma mulher inteligente em uma viagem? A bela e inteligente geóloga Minerva Highwood, uma das solteiras convictas de Spindle Cove, precisa ir à Escócia para apresentar uma grande descoberta em um importante simpósio. Mas para que isso aconteça, ela precisará encontrar alguém que a leve. Colin Sandhurst Payne, o Lorde Payne, um libertino de primeira, quer estar em qualquer lugar – menos em Spindle Cove. Minerva decide, então, que ele é a pessoa ideal para embarcar com ela em sua aventura. Mas como uma mulher solteira poderia viajar acompanhada por um homem sem reputação? Esses parceiros improváveis têm uma semana para convencer suas famílias de que estão apaixonados, forjar uma fuga, correr de bandidos armados, sobreviver aos seus piores pesadelos e viajar 400 milhas sem se matar. Tudo isso dividindo uma pequena carruagem de dia e compartilhando uma cama menor ainda à noite. Mas durante essa conturbada convivência, Colin revela um caráter muito mais profundo que seu exterior jovial, e Minerva prova que a concha em que vive esconde uma bela e brilhante alma. Talvez uma semana seja tempo suficiente para encontrarem um mundo de problemas. Ou, quem sabe, um amor eterno.
O que eu achei:
Cataclísmico de maravilhoso. Antes mesmo de abrir a primeira página, minhas expectativas estavam lá em cima. Eu já gostava do Colin e da Minerva desde o romance anterior e torcia para que esse livro fosse estupendo. Digno de um casal tão improvável e fofo, os típicos: nerd desajeitada versus mulherengo irresponsável. E não me decepcionei. A combinação, como de praxe, deu muito certo e rendeu muitas cenas hilárias e apimentadas. Numa verdadeira odisseia romântica, eles embarcam numa jornada de aventuras e maluquices atrás de maluquices, o que não deu qualquer chance do enredo se tornar maçante. Aos pouquinhos, os dois vão se apaixonando, e quando eu não estava dando gargalhadas, estava emocionada com as cenas românticas dos dois. Sinceramente, muito melhor que o primeiro. :)
– Tallyho! – gritou ele, acenando.Ela não conseguiu evitar de sorrir.– Maluco... – suspirou ela, balançando a cabeça.Um maluco encantador, sem suas máscaras. Ele estava sempre pegando no pé de Minerva, dizendo que ela precisava sair de sua gaiola protetora. Mas, todo mundo não tem sua concha? Uma carapaça externa, dura, para proteger a criatura vulnerável que existe lá dentro? Talvez, pensou ela, as pessoas fossem mais parecidas com os amonites do que poderiam supor.

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