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A dama mais apaixonada
"Ele nunca mais seria o duque de Bretton para ela. Nunca mais seria nem mesmo Bret. Seria sempre John. O John dela. Nunca mais conseguiria pensar nele de outra forma."
(Bretton & Catriona)
"E ali, conversando sem palavras, fazendo promessas sem palavras, os dois se amaram sem palavras." (Oakley & Fiona)
"Passei a vida me treinando para não desejar coisas que não poderia ter... Mas então você chegou, e acabou com toda a minha força de vontade. Cada barreira, cada defesa, cada gota de bom senso e cada lição que aprendi a duras penas foram devastadas por esse sorriso, destruídas por esse olhar." (Robin & Cecily)
Sinopse:
2º volume da Série A dama mais
Quando os sobrinhos do proprietário de terras escocês Taran Ferguson se recusam a se casar para dar continuidade à linhagem da família, ele decide cuidar pessoalmente da questão e arranjar uma esposa para pelo menos um dos dois. Numa noite de festa, Taran invade um castelo e sequestra quatro damas: uma linda e ousada donzela, uma herdeira com uma pequena mancha na reputação, uma bela e rica inglesa e uma jovem sem sobrenome tradicional ou fortuna. Uma delas certamente se apaixonará por um lorde escocês. Resta saber se, em meio à fúria de um duque sequestrado por engano, um castelo decrépito e uma tempestade violenta que não vai permitir que ninguém vá embora tão cedo, haverá espaço para que um amor floresça.
Gostosuras e travessuras te aguardam nesse livro inquestionavelmente perfeito (suspiros). Mas o que mais poderia sair de um livro escrito por três mestras na arte de seduzir com histórias de amor deliciosamente arrebatadoras e igualmente meigas? Bretton e Catriona (o duque ricaço e a divertida pobretona), Oakley e Fiona (o conde comedido e conservador e a moça mais mal falada do país), Robin e Cecily (o libertino em apuros e a lady rica e decidida) e por último, mas não menos importante, Taran e Marilly (o cinquentão adorável e a mocinha mais atrevida e atirada da turma), formam a trupe de casais apaixonados mais fofos e carismáticos a que tive o prazer de ler nos últimos meses. O enredo é uma delicinha e conta com tudo de bom que amamos nos romances: história pra lá de alto astral, com cenas super românticas, quentes e apimentadas, e muitissimamente divertidas. Amei todos os personagens e cheguei ao final do livro sem conseguir escolher um casal favorito, a verdade é que me encantei por todos eles, inclusive o adorável tio Taran e a descarada Marilly (shippei muito os dois – hehe). O desfecho é animado e encantador, e verdade seja dita, dá uma tristezinha virar a última página e se despedir de um romance cheio de personagens bacanas... Queria muito mais!
Aqueles que acreditavam em contos de fadas e coisas assim, mais tarde diriam que uma estranha lua brilhou sobre o castelo Finovair naquele mês de dezembro, uma lua dos amantes, uma lua azul, uma lua de mel...
Fosse qual fosse o feitiço caído sobre o castelo Finovair naquele final de 1819, os quatro casais que se apaixonaram ali nunca mais se lembraram daquela tempestade sem sentir no coração um acalento.
Eles não eram homens do tipo que ficam balbuciando poemas, mas não havia um entre eles que de vez em quando deixasse de dar um beijo na boca de sua doce esposa e fizesse uma promessa:
– E ainda te amarei, meu amor, até que os mares sequem.
Até que os mares sequem, meu amor.
E as pedras se fundam ao sol;
E ainda te amarei, meu amor,
Enquanto as areias da vida correrem.

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