★★
Amor e ódio irresistíveis
Sinopse:
Carter e Evie imediatamente se conectam e a tensão sexual é inegável, embora o surgimento de um romance seja pouco provável em razão de um encontro embaraçoso em uma festa de Halloween. Além disso, mesmo o fato de que ambos são agentes de talentos de firmas concorrentes em Hollywood não é suficiente para apagar o fogo. Mas, quando as duas agências se fundem – fazendo com que a dupla concorra ao mesmo cargo –, tudo se torna imprevisível. O que poderia ter sido o desabrochar de um belo romance se transforma em guerra declarada de sabotagem mútua. Carter e Evie são profissionais de trinta e poucos anos – então por que não podem agir como tal? Será que Carter vai parar de tentar agradar a todo mundo e ver como o chefe de ambos está fazendo o jogo? Será que Evie pode deixar de lado sua natureza competitiva por tempo suficiente a fim de descobrir o que realmente quer na vida? Será que seus clientes, os atores, podem ser mais humanos? Quer a relação de amor e ódio desses dois pombinhos de Hollywood termine num final de cinema, ou apenas numa comédia dramática de proporções épicas, você vai desfrutar do estilo de romance sincero, ofegante e hilário.
O que eu achei:
Cadê os suspiros, a emoção, o bom e velho romantismo? 'Amor e ódio mediano e totalmente resistível'. A história é basicamente como a sinopse sugere: Evie e Carter se conhecem numa festa e rola um clima, chegam até a darem uns amassos em um encontro. Depois descobrem que terão que brigar pelo mesmo cargo na empresa. Aí eles passam um tempo se sabotando até aprenderem a lidar com a situação e com o que sentem um pelo outro. Ok. A premissa é bem legal e ainda aborda temas super atuais, como o machismo no ambiente de trabalho. Mas que tédio esses protagonistas e que química superficial... demoram pra cativar, pra te prender na trama. E como a sinopse me lembrou O jogo do amor/ódio de Sally Thorne, comecei o livro super animada achando que seria tão aconchegante e maravilhoso quanto, mas em Amor e ódio irresistíveis falta aquele je ne sais quoi, sabem como é? Cheguei ao final com um grande suspiro de "finalmente", embora o desfecho seja bem lindinho. Quando leio um romance realmente delicinha, eu fico toda boba, sofro com os mocinhos, torço por eles e vibro junto. Sinto até um friozinho na barriga quando se beijam pela primeira vez... Mas não senti essa energia com esse casal. E vocês sabem como é, em toda estante tem sempre os livros amados, os encalhados, os abandonados e os que você não leria de novo. Pra mim, esse daqui se enquadra na última categoria, infelizmente.

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