Milionário arrogante

Nunca me senti tão conectado com alguém como me sinto com você. Parece quase químico. Não nos conhecemos por tanto tempo, mas, de certa forma, parece que faz uns cem anos, não é?

Sinopse:

Conheci Bianca em um elevador. Ela estava indo me entrevistar quando ficamos presos. A jornalista morena e linda presumiu que eu fosse um garoto de entregas por causa da forma como estava vestido. O que ela não fazia ideia era que eu, na verdade, era Dex Truitt, o empresário rico e bem-sucedido, que ela apelidou de "milionário arrogante" ― seu compromisso da tarde. Bianca me contou o quanto odiava o tipo de Dex: esnobe, almofadinha, nascido em berço de ouro e que não aproveitava as coisas simples da vida. Então, depois que finalmente o elevador recomeçou a se mover, cancelei a entrevista e a deixei acreditar que eu era alguém diferente: um ciclista mensageiro chamado Jay. Adorava o jeito como ela olhava para o 'falso eu' e não queria que acabasse. Comecei a sair com ela como 'Jay', o tempo todo deixando-a entrevistar meu eu verdadeiro por e-mail. Não esperava que nossa química on-line fosse ser tão intensa. Não esperava a confusão em que tinha me metido. Não esperava que Jay e Dex se apaixonassem por ela. E ela estava se apaixonando por dois homens. Só que ambos eram eu. E, quando ela descobrisse, nós dois iríamos perdê-la. Nada poderia ter me preparado para aquele dia. E eu, certamente, não estava preparado para o que aconteceu em seguida. Todas as coisas boas acabam, certo? Só que eu não esperava que o nosso fim chegasse.


O que eu achei:

Hum... não é um dos meus favoritos das autoras, não me prendeu em 100% da leitura e deu aquela enrolada, mas é de boa. O final é muito fofo e a leitura é gostosinha, como um todo. Nosso milionário arrogante não tem nada de arrogante, caso estejam se perguntando, só é um protagonista meio chatinho, que não me ganhou (infelizmente)... Ele se mete num monte de mentiras pra tentar conquistar a – igualmente chatinha – Bianca. Acho que ele se esforçou demais pra ficar com ela, aprendeu a entalhar, se passou por outro cara, se voluntariou para passear com cachorros, enfim, não curti aquela insistência toda para conquistar a mocinha. Comecei a ler empolgada, mas não fui muito com a cara dos protagonistas, nada demais, só achei eles insossos, a química entre eles era até legal, mas não consegui me apaixonar pelo drama deles, muito blábláblá e enrolação em torno do "perdoa ou não perdoa"... E falando em drama, aqui rola muita coisa de novela mexicana, rsrs. O pai do Dex e a mãe da Bianca foram amantes no passado e de repente há a possibilidade de serem meios-irmãos por parte de pai... Mas eles não são, ok? Acho que só estranhei que de repente um monte de coisas dramáticas e malucas (e até um tantinho inacreditáveis) começaram a acontecer a todo instante no enredo, meio que até se afastando um pouco da sinopse. Não apenas esse lance da dupla identidade do mocinho e do suposto parentesco entre eles, mas outras coisas com uma carga dramática exagerada, sabem? Mas ok. Gostei de como as coisas se resolveram, gostei do Jelani e amei que o Chance, de Cretino abusado, apareceu (ainda que rapidinho).

Beijinhos. 

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