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Minha vida não tão perfeita
Sinopse:
Cat Brenner tem uma vida perfeita: mora num flat em Londres, tem um emprego glamoroso e um perfil supercool no Instagram. Ah, ok... Não é bem assim... Seu flat tem um quarto minúsculo – sem espaço nem para guarda-roupa –, seu trabalho numa agência de publicidade é burocrático e chato, e a vida que compartilha no Instagram não reflete exatamente a realidade. E seu nome verdadeiro nem é Cat, é Katie. Mas um dia seus sonhos se tornarão realidade. Bom, é nisso que ela acredita até que, de repente, sua vida (não tão) perfeita desmorona. Demeter, sua chefe bem-sucedida, a demite. Tudo o que Katie sempre sonhou vai por água abaixo, e ela resolve dar um tempo na casa da família, em Somerset. Em sua cidadezinha natal, ela decide ajudar o pai e a madrasta com a nova empreitada do casal: os dois planejam transformar a fazenda da família em um glamping, uma espécie de camping de luxo e estão muito empolgados com o novo negócio, mas não sabem muito bem por onde começar. E não é justamente lá que o destino coloca Katie e sua ex-chefe cara a cara de novo? Demeter e a família vão passar as férias no glamping, e Katie tem a chance de, enfim, colocar aquela megera no seu devido lugar. Mas será que ela deve mesmo se vingar da mulher que arruinou sua vida? Ou apenas tentar recuperar seu emprego? Demeter – a executiva que tem tudo a seus pés – possui mesmo uma vida perfeita ou, quem sabe, as duas têm mais em comum do que imaginam? Porque, pensando bem, o que há de errado em ter uma vida (não tão) perfeita?
O que eu achei:
Devo estar numa péssima onda para romances. Ainda estou tentando ler a maioria dos livros encalhados na minha estante antes que o ano acabe... mas já quero voltar a ler meus romances de época delicinhas. A Katie é uma protagonista que não causa qualquer empatia na gente, tem vergonha das suas raízes e uma devoção por tudo o que é da cidade grande, resumindo: fútil e imatura. A história é fraca, arrastada e força a barra pra ser divertida. E o casal formado por Katie e Alex é macarrão sem molho. Falta uma boa história de amor aqui. Falta tempero, falta tudo. E a sensação que ficou é a de que as protagonistas eram a Katie e a chefe dela. E como esse é um livro da Kinsella, obviamente a heroína passa por situações constrangedoras e cômicas aqui e ali, mas sei lá... não achei o livro divertido. No máximo, é engraçadinho em alguns momentos e chato no restante. Chato quando ela está no trabalho e chato quando está no interior ajudando a família. Sério, fazia tempo que eu não lia um livro tão entediante, demorei vários dias pra desempacar do primeiro capítulo. Mas com muita perseverança consegui terminar. O mais fraco que já li dessa autora.


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