Cretino irresistível

Sinopse:

1º volume da Série Irresistível

Uma estagiária ambiciosa. Um executivo perfeccionista. E um relacionamento ardente e totalmente perigoso! Esperta, dedicada, prestes a cursar um MBA, Chloe Mills tem apenas um único problema: seu chefe, Bennet Ryan. Ele é exigente, insensível, sem consideração – e completamente irresistível. Um belo cretino. Bennet acaba de retornar da França para assumir um cargo importante na empresa de comunicações de sua família. Mas o que ele não poderia imaginar era que a pessoa que o ajudava enquanto ele estava no exterior era essa criatura linda, provocadora e totalmente irritante que agora ele tem de ver todos os dias. Ele nunca foi do tipo que se envolve em relacionamentos no ambiente de trabalho, mas Chloe é tão tentadora que ele está disposto a flexibilizar essa regra – ou quebrá-la de uma vez – para tê-la. Por todo o escritório! Mas o desejo que um sente pelo outro cresce tanto que Bennet e Chloe terão de decidir o que estão dispostos a perder para ganhar um ao outro.


O que eu achei:

Mais alguém está com calor? Minha nossa! Esses dois enchem nossa imaginação com cada cena, haha. Quando estava lendo um livro da Carrie Elks, vi essa citação de Skakespeare que me pareceu muito apropriada: É essa a genealogia do amor? Sangue quente, pensamentos quentes e ações quentes? Então, aqui temos um chefe gostosão e autoritário e uma estagiária provocante e focada na carreira que se sentem muito atraídos desde que começaram a trabalhar juntos, daí eles brigam (como preliminares) e fazem sexo em todo canto possível. Discussão e sexo, discussão e sexo (repita isso umas 30x) e voilà: Cretino irresistível. No começo, toda essa paixão intensa é até divertida de acompanhar, mas sinceramente, cansa rápido. Tem um momento em que o jogo de gato e rato fica muito repetitivo e você fica se perguntando: "Cadê a história? Vai ser só isso?" Naturalmente, é bem hot, e sim, eu gosto de romances hots também (com uma boa história de amor), pra mim faltou isso: história de amor pra esses dois, minha empolgação foi esfriando drasticamente porque o casal enrolava muito e porque esperava mais momentos de carinho entre eles, e não só de sexo. Af, e eles eram muito imaturos (embora até divertidinhos numas partes). Na capa fazem essa comparação com 50 tons, não sei se é mais ou menos quente, mas indiscutivelmente prefiro 50 tons, que embora tenha muitas cenas quentes, é muito romântico (como vocês sabem), mas esse daqui é mais sexo e menos amor, sabem? Senti muita falta de cenas românticas ao longo do enredo. É claro que temos momentos mais ternos e carinhosos pertinho do fim, quando eles já estão mais envolvidos emocionalmente, mas pra mim faltou... Particularmente, sexo fica melhor com muito amor. E a balança do carisma mais uma vez pendeu pra um lado, gostei do chefe sexy mas fiquei com o pé atrás com a mocinha, por mais que eles tivessem aquela química e rendessem boas cenas sensuais, a Chloe não me cativou muito, que personagem chatinha. O Bennett se rende primeiro ao sentimento (ela nem chega a retribuir o 'eu te amo' pra ele) e já perto do fim encheu a paciência ela surtando e fazendo drama por uma coisa bem boba, na minha opinião. Tipo, ela não se incomodava quando ele a maltratava ou gritava, mas porque o cara foi condescendente uma única vez, ela não o perdoou, pediu demissão e sumiu. Enfim, desproporcional. Pra mim, o fim desandou e poderia ter sido mais interessante. Eles terminam bem, é claro, e depois acho que vou ler a continuação, mas não considero esse um super romance erótico, é divertido, gostosinho de ler numas partes, mas nada memorável.

Au revoir

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