Um verão na Itália

É incrível o que o amor pode fazer.

Sinopse:

1/4 As irmãs Shakespeare

Férias de verão gratuitas em uma bela villa na Itália. A condição? Dividir a casa com seu maior inimigo... Cesca Shakespeare chegou ao fundo do poço. Depois de escrever uma peça de teatro premiada que acabou em desastre, o bloqueio criativo se instalou, sem previsão de ir embora. Seis anos mais tarde, ela acabou de perder mais um emprego pavoroso e está prestes a ser despejada de seu apartamento. Pior ainda, suas irmãs não fazem ideia de como sua vida vai mal. Assim, quando seu padrinho lhe arruma uma temporada de verão em uma bela villa italiana, sem ter de pagar nada por isso, Cesca concorda, meio a contragosto, em ir para lá e tentar escrever uma nova peça. Isto é, antes de descobrir que a casa pertence a seu arqui-inimigo, Sam Carlton. Tendo acabado de ver seu nome em todas as manchetes pelas razões erradas ― mais uma vez ―, o galã de Hollywood Sam Carlton precisa de um lugar para se esconder. Que opção melhor do que a linda villa desocupada de sua família à beira do lago Como? Só que, quando ele chega, descobre que a casa não está tão desocupada quanto ele esperava. Ao longo do quente verão italiano, Cesca e Sam terão de confrontar o passado. E o que começa como uma hesitante amizade rapidamente se torna uma atração intensa ― e depois uma aventura ardente. Uma coisa é certa: este será um verão abrasador... 


O que eu achei:

A história é levinha e até legal (numas partes), aquele romance bacaninha pra sentar e relaxar, mas não me prendeu muito pra ser sincera, e eu simplesmente não consegui me apegar aos protagonistas, eram um tanto exagerados e sem graça. O romance demora pra engatar e senti falta de movimentação, tipo, é quase do começo ao fim eles dentro de uma casa na Itália. Poxa, queria ter me sentido viajando pela romântica Itália, mas nada... Agora, que deu vontade de um tomar uma taça de vinho, isso deu, rs. Mas minha nossa, a Cesca era muito desagradável numas partes. Uma mocinha chata, frustrada e imatura, que preferia culpar o Sam pelo seu fracasso pra não ter que encarar o fato de que ela era a única culpada. Pronto, falei. Não deu pra simpatizar com aquele lance de culpar o cara por ela ter parado de escrever e o ódio (pouco justificável) que ia se transformando em amor. E olha que amo esse clichê de amor e ódio. Ah, e me incomodou também que em alguns momentos parecia que ela sentia inveja do sucesso dele. Ele cresceu na profissão e se tornou um astro de Hollywood enquanto ela não conseguia manter um emprego, vivia sem dinheiro e estava prestes a ser despejada, sei lá, enfim, era ela muito irracional. Será que foi por isso que fiquei com a sensação de que faltou química entre eles, emoção até? Esse é o primeiro volume da série, espero que as outras irmãs sejam menos chatinhas e que me cativem com muito romance açucarado.


Aroma do dia: Acqua fresca
Ouvindo: After All / Michael Bublé, Bryan Adams

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