Amor nas Highlands

Porque desde o primeiro instante em que coloquei os olhos em você, eu só quero segurá-la em meus braços e mantê-la aqui.

Sinopse:

2º volume - trilogia Highlands

Graeme, Visconde de Maxton e líder de um clã nas Highlands, possui mais inimigos do que amigos, incluindo seu vizinho, o temido Duque de Lattimer. Apesar disso, Graeme só pensa no bem-estar de seu povo e não procura confusão com os outros clãs. Mas quando seus estúpidos irmãos mais jovens sequestram Lady Marjorie, a irmã do duque, todos os planos de Graeme vão por água abaixo... Marjorie Forrester é, por consequência, uma inimiga de seu clã, e capturá-la deixa Graeme no meio de um impasse: se entregá-la ao chefe do clã Maxwell, a jovem pode ser morta; se a deixar ir embora, seus irmãos poderão ser condenados. E se entregá-la ao Duque de Lattimer, Graeme é quem acabará morto. O que o highlander deve fazer, além de manter a garota por perto até pensar no próximo passo? E como conter a atração inesperada que está surgindo entre eles?


O que eu achei:

A princesa se rendeu. E o bárbaro também, hehe. Nem tão princesa e nem tão bárbaro assim, né? Agora sim temos um autêntico guerreiro das Terras Altas. O Gabriel, de Herói nas Highlands, verdade seja dita, até tinha seu carisma, mas não era um escocês sexy (e de kilt). Bem, a situação do sequestro da Marj é meio confusa, tipo, não é o Graeme quem a sequestra, mas é ele quem a mantém prisioneira, mas dada a situação de guerra entre os clãs, achei perdoável, tanto que até a própria Marjorie se dispõe a ajudá-lo a sair da enrascada que os irmãos mais novos o colocaram. E o mocinho vai conquistando nosso carinho... Em relação ao volume anterior, gostei bem mais desse enredo e dos protagonistas, porém mais uma vez não me identifiquei com uma mocinha dessa autora, e passei um bom tempo com o pé atrás com a personagem um tanto contraditória. Eu não conseguia entender como uma moça de origem humilde que vinha sendo uma lady por poucos meses podia ser tão fútil e esnobe em dados momentos. Ela passa boa parte da história se pavoneando (como ele bem colocou), falando "uma lady não faz isso", "uma lady não faz aquilo", como se tivesse nascido em berço de ouro, e ainda chega a dizer que o Graeme não tinha pedigree pra ela. Oi? Ele era um visconde (falido, simples e trabalhador), mas ainda assim um visconde, e mesmo que não fosse, que grosseria... Mas lá pela frente ela vai mudando de atitude e se mostra muito astuta e corajosa, o que eu gostei bastante. Só é uma pena que quando o livro fica bom, acaba. Exatamente. Pra mim, a história teve um ritmo arrastado em boa parte da narrativa e deu aquela acelerada no final, uma pena, porque faltou um capítulo, no mínimo. Vocês não ficaram com essa sensação? Eu gostei da aparição do Gabriel no final, mas faltou um desenrolar sobre o arranjo futuro das famílias, sobre o casamento dos mocinhos, algo assim... Ah, e antes que eu termine, se teve um personagem secundário que levantou a moral de Amor nas Highlands, esse personagem foi o pequeno Connell, o mais novo dos irmãos de Graeme, e que era um encanto de menininho (também gostei de Brendan e Dùghlas). Não foi por acaso que a Marj se apaixonou tanto por aquela família. Amo personagens infantis que esbanjam fofura nos romances.


Au revoir.

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