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Herói nas Highlands
Sinopse:
1º volume - Trilogia Highlands
Será que um soldado inglês é capaz de conquistar o coração da Escócia? Canhões, tiros, cavalarias, armas. O Major Gabriel Forrester adora um combate e não foi à toa que recebeu o título de 'Fera de Buçaco' depois de ganhar uma batalha em Portugal. Sem saber se estará vivo no dia seguinte, nunca se importou com nada além de proteger seus aliados e a si mesmo... Até que a notícia inesperada de se tornar o Duque de Lattimer e dono de uma imensa propriedade nas Highlands escocesas muda tudo o que ele achava já estar traçado para seu futuro. Em sua nova posição, a luta de Gabriel será conquistar a confiança de uma vila de escoceses nem um pouco amistosos, que não estão nada satisfeitos com o fato de ter como duque um antigo soldado inglês. Como se não bastasse, as terras ainda são administradas por uma mulher de língua afiada e corpo perfeito, que parece ser tanto sua salvação quanto sua ruína – e ele está disposto a descobrir em qual das duas categorias ela se encaixa. Com a ameaça de uma maldição nas terras em que nenhum inglês é bem-vindo, o novo duque encontra mais obstáculos do que imaginava. De todas as guerras que já lutou, essa aparenta ser a mais difícil. Afinal, é fácil eliminar inimigos; mas o que fazer quando o objetivo é fazer deles seus aliados?
O que eu achei:
Não curti. Custei a terminar e não consegui ser cativada por nada na história, que foi desinteressante e com protagonistas chatos. O enredo pode ser resumido em: mocinha sendo grossa e mocinho lhe roubando um beijo, suposta maldição no castelo e 'mistério' envolvendo o roubo de ovelhas (spoiler, foi o Ian, e o duque escocês de nome complicado, o chefe do clã). Fiona e Gabriel não me conquistaram, embora eu admita que o mocinho até que é 'ok', do tipo que você nem gosta nem desgosta, mas a heroína é insuportável. Sabem aquela personagem que desde a primeira cena já é desnecessariamente irritante? E põe desnecessária... eles se conhecem quando ela está tentando tirar uma vaca de um atoleiro, onde acaba ficando atolada também. Ele aparece e a resgata e ainda assim ela é super malcriada com ele, em grande parte só por ele ser inglês (e ela segue assim quase que o livro todo). Eu entendo que a justificativa para a animosidade dela partia da velha rivalidade entre escoceses e ingleses, mas tipo, a hostilidade não era recíproca e essa atitude foi apenas uma das que me incomodaram na Fiona. Acho mesmo que a autora pecou pelo excesso na tentativa de retratar uma heroína forte, independente e muito ousada (praticamente uma mulher contemporânea) num romance de época. Pra mim ela era excessivamente petulante e teimosa, uma megera até, e por mais que tentasse, não consegui gostar dela, ou mesmo, romantizar a relação deles, onde cada conversa virava uma briguinha maçante que terminava com ele lhe roubando um beijo pra encerrar a discussão (era essa mesmíssima coisa a cada capítulo). E no fim das contas, o Gabriel passa em branco e não convence como aquele militar embrutecido e feroz que a autora prometeu nos primeiros capítulos. Ele era bem mais tranquilão. Esperava mais do personagem, da narrativa e do final. Mas apesar disso, vou dar uma chance ao segundo volume da série, que terá a irmã de Gabriel como protagonista e que tem uma sinopse bem mais empolgante. Au revoir.

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