Salve-me

Foi um momento de clareza quase extasiante, quando tudo se encaixou no lugar e ele experimentou a sensação de certeza que apenas uma mulher específica podia dar a um homem. (...) Duas metades de um todo incompleto – vazias e sem rumo, em busca do par perfeito – tinham finalmente se unido de corpo e alma, e já não estavam mais separadas.

Sinopse:

Livro 2, Série Slow Burn

O que pode acontecer quando uma heroína determinada encontra um herói alfa sexy? Abandonada quando bebê e adotada pelo jovem e rico casal Gavin e Ginger Rochester, Arial cresceu em um mundo de privilégios. Sua única ligação com o passado é algo que a distingue de todos os outros: seus poderes telecinéticos. Protegida por seus pais adotivos para manter seu dom em segredo, Ari cresce no colo do luxo, mas também do isolamento. Até que, quando jovem, alguém começa a ameaçar sua vida... Beau Devereaux é um homem frio, rico e poderoso, C.E.O. da DSS, empresa de segurança criada pela família após todos os sinistros acontecimentos com o irmão Caleb e a cunhada Ramie. Beau é mais que familiarizado com as realidades de poderes psíquicos. Assim, quando Ari o procura, dizendo que seus pais haviam desaparecido e que ela precisa de proteção, ele se prontifica a ajudar. O que Beau não está preparado é para a extensão de sua atração por sua bela e poderosa cliente. O que começou apenas como mais um trabalho, rapidamente se transforma em algo pessoal, e Beau descobre que é capaz de qualquer coisa para proteger Ari. Mesmo que isso lhe custe a vida.


O que eu achei:

Vocês também gostavam de desenhos como X-Men Evolution e Três espiãs demais? Bem, aqui rola muita ação e momentos dignos desses desenhos que mencionei. Esse volume segue a deixa do anterior e traz uma mocinha com poderes extraordinários, que contará com a ajuda dos protetores Devereaux. Gostei muito, muito mesmo, da Arial! Mais que da Ramie no livro 1 (que era mais chorona e indefesa, digamos assim). A Ari, por outro lado, era super poderosa, e mesmo tímida e meiga, botava pra quebrar quando via as pessoas que amava sendo ameaçadas, sério, as cenas em que ela usava seus poderes de telecinese pra dar vantagens aos mocinhos eram as melhores, quase uma Jean Grey. Também adorei o final desse livro, foi bem empolgante, movimentado, repleto de emoções... e achei o desenvolvimento da relação amorosa entre Ari e Beau bem lindinha, com uma evolução mais plausível, fofa, cativante... (só acho que a primeira vez do casal rolou antes da hora, mas entendi a sensação de urgência em que viviam) e a história como um todo super prendeu minha atenção. As cenas mais sanguinolentas, (que definitivamente não são a minha praia), até que não tomaram tanto espaço na narrativa e não foram tão bizarras quanto as descritas no volume anterior. Não foi um livro tão pesado, é isso. Quando li Proteja-me, fiquei com dor de cabeça diante da brutalidade desmedida do vilão, o que me deixou desconfortável com a leitura. Já em Salve-me sinto que apreciei mais a leitura porque ao invés de um antagonista praticamente invencível tínhamos uma protagonista ultra mega poderosa pra fazer a galera do mal comer poeira, haha. As coisas mirabolantes da trama não foram um problema pra mim, fui fisgada pela história e adorei a mocinha, Ari é a mais poderosa da série. Ah, e uma observação, mais uma vez fiquei me perguntando por que faziam questão de ressaltar que a Tori (irmã de Beau, Caleb e Quinn) tinha o dom de prever o futuro, minha nossa, até seu sonho era uma furada. Sério, ela nunca ajuda em nada... Precisa de umas aulinhas com Alice Cullen, Sasha Riggs e Sebastian Donovan, hehe. Canção do dia: Save me do Hanson, acho que tem tudo a ver com a história de amor de Ari e Beau.


Postar um comentário

0 Comentários