Ilha de Vidro

O amor não exige, apenas existe.

Sinopse:

Livro 3, Os Guardiões

Nerezza, a deusa da escuridão, ainda não desistiu de obter as Estrelas da Sorte e destruir todos os mundos. As Estrelas de Fogo e de Água já foram recuperadas pelos seis guardiões, mas resta a Estrela de Gelo, e a batalha atingirá seu clímax. Doyle McCleary, o espadachim imortal, prometeu nunca mais voltar para casa. No entanto, quando a procura pela última estrela o leva ao condado de Clare, na Irlanda, ele deve encarar o passado. Três séculos atrás, uma tragédia o obrigou a fechar o coração para o amor, sobrando em seu peito apenas morte e solidão. Sua natureza selvagem só não é mais intensa que a de Riley... e da loba que há dentro dela. Arqueóloga e licantropa, a Dra. Riley Gwin não se rebaixa a ninguém. Fechada em sua biblioteca, em busca da misteriosa Ilha de Vidro, ela tenta negar a forte atração que sente por Doyle. Afinal, a última coisa de que precisa é uma distração. À medida que o último desafio dos guardiões se aproxima, a loba e o imortal têm que unir forças pela vida de seus amigos. Com Nerezza recuperada e furiosa, os dois vão descobrir que a melhor arma para dar fim à escuridão talvez seja o amor.


O que eu achei:

E chegamos ao desfecho da trilogia. Bem, foi legal. Achei Ilha de vidro melhor que o anterior (que foi meio sem sal), mas não tão bom quanto o primeiro. O problema com a trilogia é que começa bem empolgante (tudo com cheiro de novidade, as lutas, os planos, a descoberta dos poderes dos protagonistas...) só que vai ficando um pouquinho monótona e repetitiva nos livros 2 e 3 (mesmos ataques de sempre, treinamento e calistenia, planos de batalha, exploração em cavernas na busca pelas estrelas, Annika arrumando a mesa – haha – só muda mesmo o cenário, porque em cada livro a galerinha está num país diferente, porém vivenciando uma jornada que segue o padrão das anteriores). A diferença é que nesse tem a épica batalha final (meio sem emoção, já adianto, rsrs) e no fim nossos heróis completam a missão e tudo fica bem, podem viver em paz e ainda são abençoados pelas deusas. E Annika e Doyle ganham presentes especiais, ela pode viver na terra e no mar e ele volta a ser mortal e pode envelhecer ao lado de Riley. Ah, e claro, em Ilha de vidro temos também o desenvolvimento da relação amorosa entre Riley e Doyle. Poderiam ter tido mais momentos juntinhos, mas eu curti o casal, mas o meu par favorito da trilogia com certeza é Bran e Sasha. Enfim, não acho que essa seja uma das melhores séries da Nora, nem uma das melhores que já li. Mas é ok. São histórias bonitas, com momentos fofos, emocionantes, mirabolantes e divertidos, nos mantém entretidas na maior parte do tempo, então valeu a pena. E o ponto alto dos livros com certeza é a união do grupo, os guardiões se tornam uma família muito linda. Nos vemos na próxima aventura.

P.s. essa capa é a mais linda pra mim. Lua. S2

Leia também:

O que não falta na trilogia dos guardiões são personagens inusitados, tem sereia, bruxo, viajante no tempo, mulher-loba, e por aí vai... então, se você também gosta de romances com um pé no sobrenatural ou na fantasia, uma viajada na maionese e até um pouco de ficção científica, é provável que também curta os casais abaixo:

Uma extraterrestre e um humano (A hospedeira, Stephenie Meyer)
Um homem-lobo e uma humana (Amor imortal, Lori Handeland)
Um bruxo e uma vidente (Estrelas da sorte, Nora Roberts)
Um vampiro e uma humana (Crepúsculo, Stephenie Meyer)
Uma telecinética e um humano (Salve-me, Maya Banks)
Dois humanos amaldiçoados (Julieta, Anne Fortier)
Viagem no tempo: casal de séculos diferentes se apaixonam (Perdida, Carina Rissi)
Vidas passadas: um homem imortal e uma humana (Quando a noite cai, Carina Rissi)

Beijinhos e au revoir.

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