★★
O jogo mais doce
Sinopse:
Livro 3, trilogia Jogos de amor
A incrível conclusão da história de amor de Cassie e Jack. "Eu sinto que nasci para ficar com ele, como as conchas na praia. Jack era a concha, em constante movimento, sendo lançado de lugar a lugar pelo fluxo de alguma coisa mais poderosa que ele. E eu era a areia, prendendo-me e agarrando-me a ele, aliviando seus tombos a cada avanço, sempre fiel." (Cassie Carter) "Quando sua carreira no beisebol chega ao fim, é como se batessem com um martelo em seu peito. Então você finalmente percebe que pode amar o esporte, mas ele nunca pode ser comparado ao amor de sua vida. Todas as noites sem dormir, as horas passadas na academia, o condicionamento, o treinamento, a preparação mental, os feriados perdidos, as ausências em momentos importantes de sua família... tudo para quê? O seu esporte, o seu trabalho, não ficou acordado por noites a fio, torcendo, cuidando, tentando descobrir como tornar você um jogador melhor ou dando mais do que você merecia. Ele é um negócio. Um esporte. Um jogo. E, por mais que minha vida tenha sido transformada por ele, é hora de deixar isso para trás." (Jack Carter)
O que eu achei:
Ok, foi mais bonitinho e interessante que os anteriores (eu sei, também estou surpresa, hehe). Eu sinceramente não achava que poderia gostar do desfecho, mas não é que foi legalzinho (sobretudo do meio para o fim)? Na conclusão da história de Jack e Cassie, o resumão é o seguinte: já casados, ele quebra a mão e passa um tempo sem poder jogar – fica extremamente chato e babaca nessa fase. Daí se recupera, muda de time, eles mudam de cidade, ela larga o emprego, fica grávida, mais passagem de tempo (sim, essa autora adora passagens de tempo, rsrs), e por fim, após mais uma longa passagem de tempo (eu avisei) ele se afasta do beisebol pra ter mais tempo para a família e é isso. Ver os protagonistas um pouco mais maduros e lidando com problemas mais cotidianos foi legal, até dei umas risadinhas aqui e ali. Os personagens estavam mais simpáticos, digamos (assim como a capa), e o fato é que finalmente despertaram alguma emoção em mim, algo que não aconteceu nos anteriores, quer dizer, ainda é uma história fraquinha, mas pelo menos dessa vez eu estava torcendo pra tudo dar certo pra eles, pra ficarem juntos e felizes. Ah, e achei bonito ele ter deixado a exaustiva carreira pra poder colocar a família em primeiro lugar e passar mais tempo com o filho e a Cassie, apenas porque sentia muita falta deles. Então é isso, uma série chatinha que teve um desfecho bacaninha.
Beijinhos e au revoir, gatinhas.
=^.^=

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