★★
A escolha
Sinopse:
Para Travis Parker, felicidade é estar com a irmã e os amigos, viajar, andar de moto e praticar esportes radicais. Ele nunca teve um relacionamento amoroso sério, mas não sente falta disso. Para ele, sua vida já está completa. Pelo menos até conhecer Gabby Holland, a bela médica que acaba de se mudar para a casa ao lado em busca de felicidade e independência. Mas conquistá-la não será tão simples. A jovem tem namorado e fica muito confusa com os sentimentos que o vizinho lhe desperta. E, depois de um fim de semana em especial, ela terá que tomar uma decisão. Mostrando que sentimentos imprevisíveis levam a caminhos surpreendentes, Nicholas Sparks mais uma vez constrói personagens sensíveis e cenas emocionantes que trazem tanto sorrisos como lágrimas num espaço de poucas páginas.
O que eu achei:
Não combinamos, o Nicholas e eu, rs. Como de praxe, o livro já começa com um prólogo deprimente no tempo presente, sabemos que o casal ficou junto no fim das contas, mas que algo aconteceu. Depois a trama se divide em duas partes, na primeira, revisita o passado de Travis e Gabby, conta como se conheceram e se apaixonaram, na segunda, volta para o presente... o casamento deles ia bem, tinham duas filhas, aí lá vem um temporal, uma viagem de carro, um acidente e um trauma cerebral para a Gabby. Claro, não seria Nicholas Sparks se um dos protagonistas não ficasse de repente à beira da morte, né? Carambolas, em todo romance tem que ter um drama envolvendo doença... Mas pelo menos em A escolha a personagem acorda do coma no final, quando todas as esperanças estavam perdidas (ufa!). Mas falando da história em si, achei insossa. O romance do casal é corrido, vago... o flerte, o primeiro beijo e o primeiro "eu te amo" não despertaram qualquer emoção em mim. Gabby era chatinha, e ele insistente demais. Não me cativaram, sei lá, nada me empolgou na história. Achei os protagonistas sem química e desinteressantes e o ritmo dos acontecimentos entediante, e por mais que esse livro, milagrosamente, tenha tido um final feliz, não curti muito. Essa coisa toda do acidente na segunda parte é bem chata. Mas agora que sei que ninguém morre, vou assistir o filme, hehe.

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