★★
Perdida
Sinopse:
Livro 1, Série Perdida
Sofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam. Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa – ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. Com a ajuda do prestativo – e lindo – Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos...
O que eu achei:
O livro mais bobalhão da autora! Piegas, besta, porém bonitinho aqui e ali, é assim que vou lembrar de Perdida, haha. E bem, eu acho que nunca enrolei tanto pra começar uma série. Faz muito tempo que tenho esses livros na prateleira do esquecimento e nunca me animei pra ler, mas estou com essa meta pro ano, de ler o que venho protelando. O lance do celular/máquina do tempo não me fisgou. Eu curto fantasia (mesmo!!), é só que aqui não fluiu. Tudo raso, clichê e meloso demais. Talvez funcione melhor para as leitoras mais novinhas (apesar de que rola umas ceninhas um pouco quentes, então nem sei mais, kk). Achei a Sofia mais ou menos, às vezes legalzinha, às vezes chatinha. Em alguns momentos engraçada, em outros, totalmente sem noção. E minha nossa, como ela falava gírias! Pra quê? Por quê? A garota era graduada, adorava ler romance de época, era fã de Jane Austen e tinha zero noção sobre como se portar e falar no século XIX? Achava a personagem forçada pra ser engraçadinha. Já o Ian é ok, príncipe encantado sem sal, bom moço, lindo, alto e musculoso, etc, etc... Juntos renderam aquele casal de química mediana, bonitinhos, porém nada de mais. De modo geral (e pro meu gosto), a história foi muito besta e exagerada, fada madrinha chata e desonesta (que manipula a vida das pessoas sem dar uma explicação básica), príncipe encantado sem sal, heroína forçadinha, cavalo protetor (só faltava ser alado pra completar o pacote, rsrs) e um passado histórico pro Brasil bem idealizado (pra não dizer utópico). Embora eu curta uma vibe fantástica, aqui a viagem no tempo e a maluquice que é a história toda não me convenceu, infelizmente. E fala sério que ainda tem mais dois livros em torno desse casal?!!! Fui ali na estante dar uma espiadinha e cada um tem mais de 450 páginas (tragam meus sais, rsrs), já adianto que vou ler só por alto mesmo. Af, pra quê continuação pra esse casal? Que saco, vontade de pular e ir direto para o livro 4 e 5. Por fim, prevalece aquilo de que gosto não se discute, não fluiu pra mim (muito doido e enrolado), mas muita gente curte... então se estiver a fim de ler, vá em frente. Beijinhos e au revoir.

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