Sempre teremos o verão

Eu o amei como só é possível amar um primeiro amor. É aquele tipo de amor que não tem limites e não quer ter – é estonteante, bobo e intenso. O tipo de amor que só acontece uma vez. (...) Mas só porque a gente enterra alguma coisa não significa que ela deixa de existir. Aqueles sentimentos estavam ali o tempo todo. Nunca tinham mudado. Eu simplesmente precisava encarar a realidade. Conrad era parte do meu DNA. Eu tinha cabelo castanho, sardas e Conrad no coração.

Sinopse:

Livro 3 Trilogia Verão

Um coração. Dois caminhos. E a decisão que vai mudar tudo. Na alegria e na tristeza, Belly sempre esteve ao lado da família Fisher. Susannah era uma segunda mãe, Conrad foi seu primeiro amor, e Jeremiah, o melhor amigo que virou namorado. Depois de dois anos de relacionamento, ele a surpreende ao fazer a pergunta que Belly sempre quis ouvir: ela aceitaria se tornar a Sra. Fisher? Longe de casa, Conrad deixou para trás seu jeito egocêntrico, mas nem a distância nem o tempo o ajudaram a superar a perda de seu verdadeiro amor. Quando Belly e Jeremiah decidem se casar, Conrad sabe que não tem escolha. Precisa se declarar para a amada ou então se calar para sempre. Agora, Belly vai precisar tomar a decisão mais importante de sua vida e encarar algo que, no fundo, sempre soube que aconteceria: ela vai partir o coração de um deles.


O que eu achei:

Minha nossa, quantas emoções lendo esse livro, se no volume anterior eu estava achando o Conrad um chato e o Jeremiah um fofo, nesse eu voltei a amar o Conrad com força total e achei o Jere um grande babaca. Ele parecia gostar de galinhar mesmo estando com a Belly e bastou uma briguinha pra traí-la e dormir com outra menina. E pra consertar as coisas o que ele faz? Pede a menina em casamento!! E a tonta aceita, rsrs. Que doideira aquele noivado deles! Ele irresponsável, ela, imatura, dois bobões confundindo as coisas. Em nenhum momento torci por Belly e Jeremiah, pra mim eles eram amigos-irmãos, não amigos-amantes. Eu só achei que o Conrad demorou muito pra tomar uma decisão, pra lutar pela Belly, eu entendia os motivos dele pra se manter afastado por se tratar de um conflito familiar complicado, mas nada a ver o lance da promessa. É que a gente fica sabendo que o Conrad deixou a Belly porque tinha prometido cuidar do irmão no leito de morte da mãe. Cuidar do irmão significava se afastar de Belly e de toda a família? Isso não fez sentido pra mim.

O final foi fofo e lindo porque eu amei o fato de Belly e Conrad terem ficado juntos (finalmente). Sempre foi o Conrad. Me chamem de bobona que acredita em almas gêmeas e primeiros amores, hehe. Mas eu me casei com meu melhor amigo e primeiro amor, não posso não acreditar. Esse livro foi especial por isso. Mas tipo, dá pra contar nos dedos de uma mão os momentos fofos do casal durante o desenrolar da história nos três livros, então eu esperava um desfecho mais elaborado. Conrad e Belly passaram tanto tempo separados, esperaram tanto pra se acertarem... queria muito ter lido sobre o momento em que se reconciliaram, o primeiro beijo depois disso, a primeira noite de amor deles, o pedido de casamento, mas o que tivemos foi só uma passagem de anos e um resuminho, parecido com o final da trilogia da Libby Lomax em Uma noite com... que pena. Mas eu super curti a trilogia Verão, inclusive achei muito melhor que a trilogia Para todos os garotos que já amei, que era bobinha e não me envolvia. Aqui achei os personagens interessantes e a história de amor bonita e tocante.

Au revoir, coraçõezinhos infinitos.

Na época não sabíamos o que nos aguardava no futuro. Éramos apenas dois adolescentes, olhando o céu em uma noite fria de fevereiro. Então, não, Conrad não me deu flores ou chocolates. Ele me deu a lua e as estrelas. O infinito. (...) Somos o infinito. Conrad e eu. O primeiro garoto com quem dancei uma música lenta, o primeiro por quem chorei. O primeiro que amei.

Postar um comentário

0 Comentários