Era uma vez um renegado

Ela preferiu o peão ao rei.

Sinopse:

[Livro 1, Era uma vez um ducado] Era uma vez uma jovem dama que precisava se casar com um nobre herdeiro, para ganhar o chalé que lhe foi deixado em testamento, e parecia finalmente ter chamado a atenção de um duque. Mas lady Kathryn Lambert não consegue tirar da cabeça o homem que a ajudou a realizar tal façanha… nem sua traição. Era uma vez um segundo filho de um renomado nobre, que sempre foi atormentado com as limitações de ser um filho "extra" em meio à nobreza. Mas, quando seu pai é condenado por traição à Coroa, Griffith Stanwick precisa fugir para os cantos mais perigosos e sombrios de Londres, na Inglaterra, levando consigo as lembranças da dama que perdeu para sempre. À medida que o interesse do duque aumenta, Kathryn descobre que Griff se tornou um homem digno de respeito… e de medo. Agora ela precisa decidir qual será o seu final feliz: a herança dos seus sonhos ou o renegado do seu coração.


O que eu achei:

Não fluiu pra mim. Nem sei por onde começar, mas acho que vou pelo ponto mais básico: não fui cativada pela história em nenhum momento, não me conectei com os protagonistas e a leitura parecia interminável, kk. Eu li porque gostei de A tentação do bastardo e fiquei curiosa sobre os irmãos da Althea. Admito que tenho um probleminha com as heroínas da autora, é oito ou oitenta, sabem? Ou as amo ou as detesto. As minhas queridinhas são Julia, Portia, Aslyn, Gillie e Althea. A mocinha da vez, Kathryn, não entrou nesse time e foi bem medíocre, fútil e desinteressante (cansada de ler a palavra chalé), tudo pra ela é um tal chalé, quer casar com um herdeiro pra unicamente conseguir o bendito chalé. Mas afinal o que ela pretendia fazer com um chalé após se casar com um duque, uma vez que provavelmente viveria na mansão ducal? A garota não está nem aí pra se casar por amor, contanto que tenha o chalé. Daí fica comprometida com um nobre enquanto a cada oportunidade que tem dá uns amassos no renegado, o Griff. Esse herói me entediou ao extremo, o cara tem a alta estima lá embaixo e um discurso pra lá de chato: "eu sou um coitado, 'apenas' o segundo filho de um duque, o filho de um traidor, nunca vou poder me casar com a fulana porque sou indigno", blablablá. Caramba, ele sempre gostou da garota, antes mesmo da família cair em desgraça e nunca falou nada. Estava sempre abrindo mão da mulher que amava porque se achava um pobre coitado... e o mais estranho de tudo, fazia questão de empurrá-la para os braços de outro cara, lhe arranjou um duque como noivo e se contentava com beijos (y muchas cositas mas) às escondidas, af. Que comportamento ridículo o desses dois! E eram cansativos também, um chove e não molha que não tinha fim, motivações inconsistentes, cenas sensuais sem sal e desestimulantes, diálogos superficiais, um tantão de frases feministas que não combinam com a época em que se passa a história. Bem, apesar de não ter gostado de Era uma vez um renegado pretendo ler as sequências, gostei do duque e quero saber o que aconteceu com o Marcus, o irmão mais velho de Althea e Griff.

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