★★★★★
Bilhetes de ódio
Amor condicional não existe. / Ele pensa que é um fardo, mas a verdade é que ele tem um fardo, e é mais fácil de carregar quando se compartilha com alguém.
Sinopse:
Das autoras best-sellers do New York Times Vi Keeland e Penelope Ward, uma história de amor inesperada entre corações de segunda mão e segundas chances... Tudo começou com um bilhete azul misterioso costurado dentro de um vestido de noiva. Algo azul. Eu tinha ido vender o meu próprio vestido de casamento não-usado em uma loja de roupas antigas quando encontrei o algo velho de uma outra noiva. Preso à barra de um vestido emplumado fabuloso, estava a mensagem mais romântica que já li na vida. O nome gravado em relevo no pequeno papel azul era Reed Eastwood, obviamente o homem mais romântico que já existiu. Descobri também que ele era o homem mais lindo que já vi. Se ao menos as minhas fantasias sobre amor verdadeiro tivessem parado por aí... Porque, desde então, descobri mais uma coisa sobre o Senhor Apaixonado. Ele é arrogante, cínico e exigente. Eu deveria saber. Graças a um giro do destino, ele agora é meu novo chefe. Mas isso não vai me impedir de descobrir a história por trás de seu bilhete de amor. Um bilhete de amor que não resultou em felizes para sempre. Mas aquela história não é nada comparada à que se está se desenvolvendo entre nós. Está ficando mais quente, mais doce e mais surpreendente do que qualquer coisa que eu poderia ter imaginado. Algo novo.
O que eu achei:
Se você gostou de Senhorita Aurora (Babi A. Sette) e Querido vizinho (Penelope Ward), tem tudo pra se apaixonar por esse aqui, vai na mesma vibe... Bilhetes de ódio é aquele livro despretensioso que você pega pra ler e relaxar e acaba se surpreendendo, a história me arrancou muitos sentimentos, me fez refletir, ficar triste, gargalhar, passar raiva, hehe... um mix de emoções, uma delícia de leitura. O título é meio bleh, já que não rola os tais bilhetes de ódio. Os protagonistas são ótimos e a Charlotte é um amorzinho, uma personagem ensolarada e cativante, mas em alguns momentos achei que as autoras pesaram a mão em suas peculiaridades: subir na cadeira, digitar no ar, perseguir um estranho por causa de um bilhete romântico... Irreal? Com certeza, mas aquela fantasia que a gente compra. Só o que me incomodou mesmo foi a primeira vez do casal. Eu esperei tanto por essa ocasião especial (que acontece já perto do final)... e ela se dá num momento nada a ver, nada romântico pra mim. Ah, e o pedido de casamento foi meio esquisito (cada um tem seus gostos, claro, kk). Mas não foquei nessas coisinhas porque pra mim a história super funcionou e me prendeu, tanto que madruguei pra concluir. E no fim é sobre isso, ser feliz, continuar a nadar, ficar perto de quem a gente ama, ter fé e esperança, perdoar... Queria uma vovó Iris na minha vida S2. Beijinhos.
Joguei as duas mãos para o ar e gritei.— Eu sou uma lagartixa!Elas escalam paredes, não é?

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