★
A transformação
Sinopse:
Legado do coração de dragão II
O mundo mágico e o mundo dos homens estão separados há muito tempo, mas algumas pessoas são capazes de transitar entre esses dois universos – e uma delas é Breen Siobhan Kelly. Ela acabou de voltar para Talamh junto de seu amigo Marco, que está deslumbrado (e desorientado) pela magia do reino: um lugar repleto de dragões, fadas e sereias, mas sem wi-fi. Em Talamh, Breen não é mais a professora comum que costumava ser. Lá ela está aprendendo a lidar com o verdadeiro poder que carrega. Marco é muito bem recebido pelo povo feérico, e pelo líder de Talahm, Keegan, um homem misterioso que treinou Breen para ser uma grande guerreira. Mas o que esse líder não esperava era que seu desejo por Breen fosse crescer na mesma intensidade que as habilidades de luta dela. No entanto, nem todos os membros da linhagem de Breen estão dispostos a recebê-la de braços abertos. Pelo contrário, seu avô, Odran, planeja destruir Talamh. Nessa guerra haverá perda, traição e morte. Mas Breen Siobhan Kelly seguirá adiante na sua jornada para se tornar a líder que nasceu para ser.
O que eu achei:
Aquele livro entediante onde coisas interessantes acontecem apenas no final do livro. Legado do coração de dragão parece uma reciclagem de histórias mais antigas da autora: Irlanda, seres mágicos, eterna luta da luz contra as trevas, treinamentos, refeições compartilhadas e batalhas. Já vimos algo disso em Os Guardiões, Os Donovan, Primos O’Dwyer, Trilogia da magia, Trilogia do Círculo e por aí vai. Essa sequência em especial foi um custo pra concluir, muuuito repeteco, trama lenta e cheia de enrolação, toda hora alguém indo de lá pra cá ou tomando vinho e chá, não fluiu pra mim. O universo da história é interessante (pois curto fantasia), mas os protagonistas não são interessantes... eu senti, o tempo todo, que faltava algo neles individualmente e – sobretudo – como casal. Há certa frieza entre Keegan e Breen, pouquíssimas interações em mais de 400 páginas. No primeiro livro vi um elo se criando entre eles, aqui a sensação era de que haviam voltado à estaca zero. A autora se preocupa muitíssimo mais com o romance paralelo dos personagens secundários (que achei forçado) que com o casal principal, que é morno e choco. 0% animada pra ler o desfecho. Vou dar uma espiada, mas não prometo nada.

Postar um comentário
0 Comentários