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Herdeira em seda vermelha
Sinopse:
Herdeiras do duque – 2/3
Com um golpe inesperado de sorte, a vida de Rosamund Jameson se transforma. De lojista batalhadora, ela se torna uma herdeira ― e coproprietária de um novo negócio. Não apenas sua fortuna repentina permitirá que ela mude sua chapelaria para a moderna Londres, como Rosamund será capaz de proporcionar à sua irmã mais nova uma entrada adequada na sociedade. O único obstáculo para a engenhosa Rosamund é seu parceiro de negócios arrogante e irritantemente bonito. Kevin Radnor está chocado que seu falecido tio, o duque de Hollinburgh, deixou metade de sua empresa para uma estranha ― pior, uma beldade sedutora que só pode atrapalhar seu empreendimento. Mas Rosamund insiste em uma sociedade ativa e igualitária, então Kevin embarca em um plano: um jogo sedutor que levará a um casamento de conveniência, o que confere a Rosamund o status social de que ela precisa e garante a ele uma parceria de negócios com uma sócia silenciosa, como ele deseja. No entanto, quando esse cavalheiro carismático lança mão de seu habilidoso flerte, ele começa a se perguntar quem está seduzindo quem ― e se ele pode aprender a se doar, mente e corpo, sem perder o coração.
O que eu achei:
Hoje estou me achando uma pessoa muito resiliente, já que tive forças pra ler esse livro até o fim. Eis uma trilogia que definitivamente não funcionou pra mim. Falando desse volume, achei a história muito entediante, nada atrativa, me pegava pensando em qualquer coisa, menos no que estava lendo. Pensei em abandonar, mas como já tinha feito isso no primeiro, liguei o modo automático e segui em frente. Não curti os protagonistas, nem individualmente e nem como um casal, Rosa e Kevin já são amantes quando investem (sim, o termo se aplica) num casamento de conveniência, pensando em vantagens financeiras e sexo agradável. São práticos, desanimadores e não há paixão entre eles. Em nenhum momento senti que esse casal se amava, no máximo eram amigos cordatos e íntimos. Sobre a trama, enquanto no primeiro tudo gira em torno de uma investigação maçante que não dá em nada, aqui tudo gira em torno da sociedade comercial entre os mocinhos (maior chatice também). E mais uma vez não consegui sentir que estava lendo um romance de época, aqui tudo é prático demais... temos a Minerva atuando como investigadora, e tudo bem se a Rosa não é mais virgem e trabalhou num bordel. O marido leva de boas, afinal tem um pensamento super a frente do seu tempo. Eu gosto de ler romances de época com situações de época, doideira, né?

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