Mercadora de ilusões

Não seria a primeira vez que pessoas que não suportam a presença uma da outra acabam tendo um lindo caso de amor.

Sinopse:

Livro 2 – O reino de Cordina

Anos atrás, Eve Hamilton acalentava uma paixão de adolescente pelo poderoso, reservado e atraente príncipe Alexander. Entretanto, ele desaprovava essa conduta. Quando finalmente se reencontram, Alex fica fascinado ao conhecer a mulher bela e independente na qual Eve se transformou. Agora, tudo o que Alexander mais deseja é mostrar que ele é o homem certo para ela.


O que eu achei:

Comparando com o primeiro livro, gostei mais da trama e do casal de Mercadora de ilusões. Alexander e Eve são bem orgulhosos e turrões, mas soltam muitas faíscas quando estão juntos. Alex é o príncipe herdeiro de Cordina, um homem intenso, charmoso e com uma baita responsabilidade em seus ombros, acabei passando pano para algumas atitudes do personagem porque me compadeci do seu drama de viver numa gaiola dourada e gostei bastante dele. Pena que a Eve é tão chatinha e contraditória, do contrário teria amado a história e dado mais estrelinhas. Inicialmente ela não quer que Alex tente seduzi-la e exige ser tratada apenas como amiga, daí se incomoda quando ele se desculpa e concorda com a amizade (revirar de olhos). Alimenta mal-entendidos quando podia ter esclarecido sua relação com o Bennet desde o princípio, fica de frescura pra aceitar o pedido de casamento quando um pouco antes tinha cobrado compromisso, faz drama dizendo que são de mundos diferentes (sendo que é milionária, kk) e Gabi e Reeve são prova do contrário. Caramba, vai entender a cabeça dessa mulher... pra mim Eve é uma pessoa que exige muito e entrega pouco, não entende o peso da coroa e adora drama. A parte que ela toma um tiro vira um dramalhão farofento que acabou me tirando da história, a autora quis mostrar que a Eve era o tipo de pessoa que se joga na frente de um tiro pra defender o seu amado, e simplesmente não colou, não combinava com o jeito da personagem, tanto que depois de se recuperar ela quis terminar tudo – porque sim (cadê o sentido disso?). Dito isso, a polícia de Cordina é muito ineficiente, de novo ninguém instala câmeras no teatro ou em qualquer outro lugar e o final é corrido e reticente, não gostei do jeito como tudo terminou. Isto é, a história é boa, mas poderia ser muito melhor.

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