★★
A dama do capitão
Sinopse:
Procura-se um duque – livro II
Ele precisa de uma esposa. O capitão Andrew St. James sempre soube que vinha de uma família nobre, mas nunca foi muito beneficiado por ela. Sua vida vira de cabeça para baixo, no entanto, quando descobre que é o herdeiro em potencial do duque de Carlyle e precisa começar a agir de acordo com a posição que herdará. Além de novas roupas, novo sotaque e até uma nova casa, exige-se que ele arrume uma esposa para ocupar o papel de futura duquesa: respeitável, decorosa e, de preferência, inglesa. Ela recusa qualquer amarra. Ilsa Ramsay anseia por aventuras, depois de anos cumprindo o papel de esposa dedicada. Pintar as paredes da sala, deixar o pônei morar no escritório do falecido marido, ir a tavernas clandestinas e beijar escoceses fortes e desconhecidos, tudo isso faz parte de sua nova vida. Mas então Ilsa descobre que o soldado com quem trocou um beijo apaixonado é na verdade um futuro duque, e sabe que o relacionamento deles não pode seguir em frente. Ainda mais quando um escândalo ameaça toda a sua família… Mas a atração é inegável.
O que eu achei:
O que aconteceu aqui? Eu adorei o primeiro livro dessa trilogia, mas essa continuação é lamentável de tão ruinzinha. Comparações são inevitáveis. O prólogo é basicamente o mesmo de A esposa do londrino, contando os fatos sob a perspectiva do capitão, depois disso temos capítulos e mais capítulos enfadonhos, protagonistas mornos, mistério desinteressante, plot besta... e um festival de sonecas, era pegar o livro e cair no sono (um elixir para insônia, caso precise). Simplesmente falta uma boa história de amor, ô livro chato! Andrew é um protagonista raso e sem camadas, um falastrão que não vê a hora de se dar bem com um ducado caído do céu (primeiras impressões que se mantiveram). Não consegui simpatizar com o personagem. Seu romance com a Ilsa (mocinha igualmente medíocre) é morno e sem química. No primeiro livro temos um amor construído aos poucos, uma história que prende e encanta, aqui rola paixão à primeira vista e a gente que lute pra acreditar no lance deles (admito que tenho implicância com romances que começam nesse pé)... Enquanto Max e Bianca eram entusiasmantes, Ilsa e Drew são broxantes, rs. Não rolou pra mim, esse é o único que não curti da trilogia, mas pelo menos tirei uns bons cochilos.

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