★★★★★
A montanha dos Mackenzie
— A água corre para o mar.
Sinopse:
As lições mais difíceis podem ser ensinadas pelos professores mais gentis... Ruth, uma pequena cidade do Wyoming, está prestes a aprender algumas lições com a nova professora local. Para começar, Mary Elizabeth Porter está decidida a convencer o jovem Joe Mackenzie a voltar para a escola. Mas Joe e seu pai, Wolf Mackenzie, sofrem o preconceito dos habitantes de Ruth por serem metade índios e metade brancos. Além de todos os obstáculos morais, Mary enfrenta também a natureza inóspita da montanha dos Mackenzie e, em meio a uma forte nevasca, segue para a fazenda deles. No meio do caminho, encontra Wolf. Agora, Mary sabe que também terá de amaciar o coração amargurado de Wolf e ensiná-lo a maior de todas as lições da vida: a capacidade de amar e de se deixar ser amado.
O que eu achei:
Wolf&Mary, mais um casal pra lista dos meus favoritos. O domador de cavalos durão e a professora gentil♡. Uma história linda, atemporal, envolvente, amor que transpõe as barreiras sociais, o preconceito e as injustiças. Amei esse livro, um achado, perfeitinho pra quem gosta de história de amor (quase) impossível, à moda antiga, com um macho alfa com cara de poucos amigos (porém protetor e doce com a mulher amada) e uma mocinha inexperiente, delicada e amável (porém capaz de virar uma cidade de cabeça para baixo em nome do amor e da justiça), cenas de sexo bem construídas, química perfeita e personagens secundários que fazem sentido.
Mary Elizabeth Potter é uma mocinha inspiradora e maravilhosa, do tipo que nunca baixa a cabeça diante das atitudes erradas dos cidadãos de Ruth, nunca se envergonha dos seus sentimentos, do seu homem. E que homem (suspiros)! Wolf é forte, protetor, másculo e tristemente julgado por sua origem indígena (lembrei de Malachi de Amor imortal e Cam Rohan de Desejo à meia-noite). Amei a família que Mary e Wolf construíram com o Joe (ela mudou a vida dos dois para sempre). Quanto ao vilão, não era difícil deduzir quem era, mesmo assim não estragou o clímax e o desfecho. Acho que nunca vou enjoar desses livros, meus romances queridinhos.
Ele era mestiço, seu espírito era forte e descomplicado... com outras mulheres, tivera sexo; com Mary, se acasalava (...) ela sabia que era escandaloso para uma professora de cidade pequena juntar-se com um fazendeiro local, sabia o risco que estava correndo em sua carreira, e decidiu que os dias e noites com Wolf valiam o preço. Se perdesse o emprego, haveria outros empregos, mas sabia que não haveria outros amores em sua vida.
P.S. Tentei ler os demais livros da série (protagonizados pelos filhos de Wolf e Mary), mas foi um banho de água fria / no inverno. Então vou ficar apenas na montanha dos Mackenzie.


Postar um comentário
0 Comentários