Um verão para amar

Sinopse:

Destino: México! Atrações: praias deslumbrantes, relíquias arqueológicas e um homem difícil de esquecer! Canton Rourke viera a Cancún com a filha a fim de relaxar, não para livrar a nova vizinha da confusão em que se metera... ainda que ela fosse muito atraente! Janine sabia que a opinião de Canton sobre ela não era muito boa e estava determinada a fazê-lo mudar de opinião... enquanto tentava ignorar o modo como seu coração disparava toda vez que ele a livrava de uma encrenca. Estaria se apaixonando por ele? O homem era um mistério... e Janine tinha certeza de que era encrenca na certa. Mas será que não valeria a pena arriscar?


O que eu achei:

Esse é mais um romance da querida DiPalmer, vibe noventista, antiquado, clichê e com uma premissa até que legal. Mas não me ganhou, nem perto disso, na verdade é tão mal escrito e básico que imagino que foi escrito às pressas. Primeiro que passei umas duas semanas enrolada na leitura (sendo relativamente curta), segundo que nem tenho muito a acrescentar pois a trama é tão esquecível e rasa que esqueci de escrever um post tão logo concluí e agora esqueci até alguns detalhes, rs. Mas vou tentar: Canton e Janine se conhecem durante o período que passam em Cancún, eles alugaram casas de praias vizinhas e se aproximam quando o irmão mais novo de Janine e a filha de Canton se tornam melhores amigos de verão.

Daí começa um romance estranho que vai de uma rixa inicial sem o menor sentido para uma paixão "xoxa, capenga, manca, anêmica, frágil e inconsistente" (ah, esse meme funciona aqui, rs), a autora tenta fazê-los parecer misteriosos, atrativos, mas os protagonistas não dão liga de jeito nenhum, tipo: a Janine é uma escritora renomada, que é fluente em alemão, que é historiadora, também detetive, também carateca... e isso aos incríveis 24 anos de idade! Já o Canton é um milionário que "perdeu tudo" e continua milionário, o cara tem guarda-costas, casas em Chicago e em Nova York, passa as férias em Cancún com a filha, frequenta festas luxuosas, anda de limusine, jato particular, e no entanto, a autora insiste em dizer que ele não tem um centavo em seu pobre bolso de alfaiataria de grife. Onde isso faz sentido? 

A dinâmica do casal se resume a: Canton beija Janine e em seguida a rechaça (repita isso) enquanto Janine suspira por Canton ser tão parecido com seu personagem favorito de uma série de tv (repita isso). Pra mim não rolou química, faltou aquela tensão gostosa de acompanhar entre o casal, faltou desenvolvimento e consistência, do nada vem um pedido de casamento apressado, então o cara some por dois meses sem dar um telefonema, é visto com outra mulher nas festas da sociedade elegante, daí volta e diz que estava testando o amor da mocinha e mesmo assim a tonta se casa (minha nossa, me deixe revirar os olhos aqui). Canton e Janine são muito estranhos pra mim, as crianças e os pais da Janine também, rs. Diana tem livros muito mais legais, esse me deu muito sono Zzzzz...

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